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Itabuna, Bahia, Brazil
Licenciada em Química pela Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc- Bahia); Mestre em Ensino de Ciências pela Universidade de São Paulo (USP); Professora do ensino Fundamental e Médio há 12 anos. Trabalha com Jogos e atividades lúdicas no ensino de Ciências, especialmente a Química.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

O livro Tópicos em Ensino de Química já está disponível !!!!

É com muito orgulho que estou postando hoje o lançamento do livro que estávamos trabalhando nos últimos meses. Bom eu sou uma das organizadoras e juntamente com mais 14 pesquisadores da área estamos publicando essa obra .

" Trazer subsídios para que possamos aprofundar nossas reflexões sobre os problemas de ensino da química e apresentar propostas de sugestões visando buscar caminhos para a superação desses problemas é o objetivo deste livro.
Escrito por novos pesquisadores, a obra apresenta resultados de projetos de investigações desenvolvidos por eles durante o período em que se dedicaram a seus estudos de pós-graduação. Os autores, em sua maioria, são oriundos do Programa de Pós-Graduação Interunidades de Ensino de Ciências, da Universidade de São Paulo, do qual fazem parte o Instituto de Física (IFUSP), o Instituto de Química (IQUSP), o Instituto de Biociências (IBUSP) e a Faculdade de Educação (FEUSP). Os autores realizaram seu mestrado acadêmico no Programa, um deles completou o doutorado e outros, atualmente, estão desenvolvendo seus estudos de doutorado, neste ou em outros Programas de Pós-Graduação. "
Maria Eunice R. Marcondes

Os Autores do livro são:
Eliana Moraes de Santana (Organizadora)
Erivanildo Lopes da Silva (Organizador)
Maria Eunice Ribeiro Marcondes
Daisy de Brito Rezende
Rita de Cássia Suart
Simone Alves de Assis Martora
Leonardo Maciel Moreira
Michele Marcelo Silva Bortolai
Camila Strictar Pereira
Marcos Vogel
Camila Fernandes Mari
Elaine Angelina Colagrande
Ivete Maria dos Santos
Viviane Borges Dias
Rafaela Rocha 


 Capítulo 1: Contextualização no Ensino de Ciências: significados e epistemologia
Erivanildo Lopes da Silva e Maria Eunice Ribeiro Marcondes

Capítulo 2: O uso de Temas Químicos Sociais como proposta de ensino de Química
Marcos Vogel e Camila Fernandes Mari

Capítulo 3: A Experimentação no Ensino de Química: Conhecimentos e Caminhos
Rita de Cassia Suart

Capítulo 4: A História e Filosofia da Ciência no Ensino de Química: Uma proposta para o ensino de Cinética Química.
Simone Alves de Assis Martorano e Maria Eunice Ribeiro Marcondes

 Capítulo 5: O Teatro na Educação em Ciências: Articulações

Leonardo Maciel Moreira e Daisy de Brito Rezende

Capítulo 6: Ludicidade, Atividades Lúdicas e Jogos como instrumentos mediadores da aprendizagem de Ciências Naturais
Eliana Moraes de Santana e Daisy de Brito Rezende

Capítulo 7: O conceito de mol: estratégia de ensino por meio de um jogo virtual educativo
Elaine Angelina Colagrande

Capítulo 8: A Teoria das Representações Sociais como ferramenta para pesquisa e ensino (de Química)
Camila Strictar Pereira e Daisy de Brito Rezende


Capítulo 9: As aulas de Química e as relações colaborativas em relatos de práticas discentes
Michele Marcelo Silva Bortolai


Capítulo 10: Formando professores de Ciências Naturais para Educação Inclusiva: em foco o currículo dos cursos de licenciatura em Química das Universidades Estaduais Baianas.

Ivete Maria dos Santos, Viviane Borges Dias e Rafaela Rocha de Oliveira.
              


Valor do livro R$ 30,00 + 10,00 de frete (valor promocional para qualquer lugar do Brasil)

Entre em contato pelo e-mail: elianaquimica@yahoo.com.br que enviarei os dados para depósito.

Sobre os Autores

Eliana Moraes de Santana (Organizadora)
Mestra em Ensino de Ciências, modalidade Química, pelo Programa Interunidades de Pós-Graduação em Ensino de Ciências da Universidade de São Paulo (PIEC/USP). Licenciada em Química pela Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC/Bahia). Professora da área de Ciências Naturais da Escola Pio XII (Itabuna/Bahia) e Professora de Química locada na Diretoria de Ensino 7 (Itabuna) da Secretaria de Educação do Estado da Bahia. Áreas de Interesse: Materiais didáticos, Ensino e Aprendizagem em Química, Jogos e Atividades Lúdicas.

Erivanildo Lopes da Silva (Organizador)
Possui Licenciatura em Química pelo Centro Universitário Fieo (1997). É mestre em Ensino de Ciências pela Universidade de São Paulo (2007). Doutorando em Filosofia, História e Ensino de Ciências na UFBA. Professor Assistente do Campus Itabaiana da Universidade Federal de Sergipe (UFS). Ex- membro do quadro pedagógico da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo (2007-2008).

Maria Eunice Ribeiro Marcondes
Bacharel e licenciada em Química pela Universidade de São Paulo (1972). Doutorado em Química Orgânica pela Universidade de São Paulo. Instituto de Química. É professora doutora do instituto de Química da USP. Coordenadora do Grupo de Pesquisa em Educação Química (GEPEQ) que desenvolve atividades de divulgação científica, de formação continuada de professores e de pesquisa em ensino de Química. É orientadora de Pós- Graduação Interunidades em Ensino de ciências, da Universidade de São Paulo (IF, IQ, IB e FE USP).

Daisy de Brito Rezende
Licenciada (1977) e Bacharel (1978) em Química pela Universidade de São Paulo, obteve o mestrado (1986) e o doutorado (1994) em Química Orgânica pela mesma Universidade. Desde 1991, é professora do Instituto de Química desta instituição (Departamento de Química Fundamental). Tem atuado na pesquisa em Ensino de Química, sendo orientadora do Programa Interunidades de Pós-Graduação em Ensino de Ciências da Universidade de São Paulo (PIEC/USP). Foi Diretora da Divisão de Ensino da Sociedade Brasileira de Química de maio de 2008 a maio de 2010.

Rita de Cássia Suart
Graduada em Licenciatura em Química pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR). Mestre e doutoranda em Ensino de Ciências (Química) pelo Programa Interunidades em Ensino de Ciências (USP-SP). É professora assistente do Departamento de Química da Universidade Federal de Lavras (UFLA - MG).


Simone Alves de Assis Martorano
Doutora em ensino de ciências, modalidade Química, pela Universidade de São Paulo (2012) com graduação em engenharia Química e licenciatura em Química. Atualmente é docente da Universidade Federal de São Paulo.
 Leonardo Maciel Moreira
Licenciado em Química pela Universidade Federal de Juiz de Fora, Mestre em Ensino de Ciências pelo Programa de Interunidades de Pós-graduação em Ensino de Ciências da USP e Doutor em Educação pela Faculdade de Educação da USP. Atualmente, é professor e coordenador do Curso de Licenciatura em Química da Universidade Federal do Rio de Janeiro - Campus Macaé.

Michele Marcelo Silva Bortolai
Bacharel e licenciada em Química pela Universidade Mackenzie, licenciada em Pedagogia com habilitação em Administração e Supervisão escolar pela Universidade de Guarulhos (UNG). Possui especialização em Química pela Universidade Oswaldo Cruz e título de Mestre em Ensino de Química pela Universidade de São Paulo (USP). Iniciou, em 2008, carreira como coordenadora pedagógica em escola na Secretaria Municipal de Educação de São Paulo, cargo que mantém atualmente, trabalhando com a formação de professores da Educação Básica e pesquisa na área de Ensino de Química.

Camila Strictar Pereira
Graduou-se em Química, com habilitação em licenciatura, pela Universidade Estadual de Maringá (UEM/PR), em 2006. Possui mestrado em Ensino de Ciências (Modalidade Ensino de Química) pelo Programa Interunidades de Pós-Graduação em Ensino de Ciências (USP/SP). Atualmente, cursa o doutorado em Ensino de Ciências (Modalidade Ensino de Química) no mesmo Programa (PIEC/USP/SP).
  

Marcos Vogel
Possui Licenciatura em Química pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e Mestrado em Ensino de Ciências (Modalidade Química) pela Universidade de São Paulo; doutorando no mesmo programa de pós-graduação (PIEC/USP/SP). Atualmente, é professor Assistente da Universidade Federal do Espírito Santo, no Centro de Ciências Agrárias da UFES em Alegre (CCA-UFES); é coordenador de área do Programa Institucional de Iniciação à Docência (PIBID).
Camila Fernandes Mari
Atualmente cursa Licenciatura em Química Universidade Federal do Espírito Santo no Centro de Ciências Agrárias da UFES em Alegre (CCA-UFES) e é bolsista do Programa Institucional de Iniciação à Docência (PIBID).



Elaine Angelina Colagrande
Licenciada e Bacharel em Química pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, especialização em Química pelas Faculdades Oswaldo Cruz e Mestrado em Ensino de Ciências (Modalidade Química) pela Universidade de São Paulo (2008). Atualmente é professora assistente na Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP - Diadema/SP). Também é professora de Química no Colégio Santa Catarina de Sena - SP.
Ivete Maria dos Santos
Professora do curso de Licenciatura em Química da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC). Graduada em Licenciatura em Química pela UESC e mestre em Ensino de Ciências - Modalidade Química pela Universidade de São Paulo (USP) em 2009. Coordena um projeto de Formação Continuada de Professores de Química da Educação Básica e desenvolve pesquisas na área de Formação Inicial e Continuada de Professores e Educação Inclusiva. É coordenadora de gestão do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID). Além disso, atuou na Secretaria Municipal de Educação de Itabuna/BA.
Viviane Borges Dias
Professora do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC). Licenciada em Ciências Biológicas, especialista em Ensino de Ciências, pela Universidade de Brasília (UnB) e Mestra em Educação e Contemporaneidade pela Universidade do Estado da Bahia (UNEB). Atualmente coordena a Especialização de Ensino de Ciências e Matemática.
  
Rafaela Rocha de Oliveira
Professora de Ciências Naturais da Rede Particular de Ensino na cidade de Ilhéus, Bahia. Graduou-se em Ciências Biológicas, com habilitação em licenciatura, pela Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC). 





domingo, 9 de fevereiro de 2014

Teoria Psicopedagogicas do Ensino e aorendizagem de Química/Ciências



Olá pessoal, estava pesquisando algumas referências para o doutorado e acabei encontrando esse livro muito interessante que se encaixa perfeitamente no que eu buscava, logo resolvi compartilhar com vocês!!!!!

Olhem o que vcs poderão encontrar nessa obra: 




EPISTEMOLOGIA DOS PROCESSOS DE ENSINO-APRENDIZAGEM E SUAS IMPLICAÇÕES A
EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS............................................................................................................. 4

A PROPOSTA DE HENRI PAUL HYACINTE WALLON E SUAS CONTRIBUIÇÕES A EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS........................................................................................................... 56

A CONTRIBUICAO DE CÉLESTIN FREINET PARA A EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS ............... 67

AS CONTRIBUIÇÕES DA PSICOLOGIA ANALÍTICA DE CARL GUSTAV JUNG A EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS............................................................................................................................... 102

AS CONTRIBUIÇÕES DA PSICOLOGIA DA APRENDIZAGEM DE ALBERT BANDURA E A EDUCAÇÃO  EM CIÊNCIAS. .................................................................................................... 117

A PSICANÁLISE DE FREUD E SUAS IMPLICAÇÕES PARA EDUCAÇÃO CIENTIFICA........ 130

A EPISTEMOLOGIA PROPOSTA POR VIGOTSKY E SUAS IMPLICAÇÕES PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS............................................................................................................................. 139

A EPISTEMOLOGIA DE LEONTIEV, A RELAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO DO PSIQUISMO HUMANO, A CULTURA E SUAS IMPLICAÇÕES PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS ............ 154

PALAVRA, LINGUAGEM E APRENDIZAGEM: OS PRESSUPOSTOS DE LURIA E SUAS IMPLICAÇÕES  PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS .................................................................... 172

A ORGANIZAÇÃO DO ENSINO PARA A FORMAÇÃO DO PENSAMENTO TEÓRICO COM BASE NOS PRESSUPOSTOS DE V.V. DAVÍDOV .............................................................. 199

O DESENVOLVIMENTO COGNITIVO NA VISÃO DE JEAN PIAGET ...................................... 214

A TEORIA DA APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA DE DAVID AUSUBEL E O ENSINO DE CIÊNCIAS ... 233

A EPISTEMOLOGIA DA APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA DE MARCO ANTONIO MOREIRA COMO  INSTRUMENTO DIDÁTICO PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS ................................... 255

OS PROCESSOS COGNITIVOS DA TEORIA DE GARDNER E SUAS IMPLICAÇÕES DIDÁTICAS PARA A  EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS ................................................................. 272

LINGUAGEM E PENSAMENTO: A TEORIA DE STIVEN PINKER E SUAS IMPLICAÇÕES PARA O  ENSINO DE MATEMÁTICA EM CONTEXTOS INDÍGENAS ..................................... 292




  1. [PDF]

    TEORIAS PSICOPEDAGÓGICAS DO ENSINO ... - Evandro Ghedin

    evandroghedin.com.br/.../Texto_Teorias_Psicopedagogicas_Evandro_G...
    CULTURA E SUAS IMPLICAÇÕES PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS . .... funçãosocial do ensino e a organização dos conteúdos da aprendizagem, o ensino  ...

sábado, 8 de fevereiro de 2014

A INTERFACE ENTRE ALFABETIZAÇÃO CIENTÍFICA E DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA

Cíntia Emanuelly Ramos Magalhães1
 Evanilda Figueiredo Gonçalves da Silva2
 Carolina Brandão Gonçalves3


Resumo: A Alfabetização Científica e a Divulgação Científica são temáticas que, embora  distintas, estão intrinsecamente relacionadas e amplamente discutidas na área do Ensino  de Ciências. Neste artigo, discutimos o significado e a necessidade da Alfabetização  Científica, relacionando-a a Divulgação Científica. Destacamos, em ambas, seu inerente  aspecto social que lida com o acesso do cidadão comum à ciência, conferindo-lhe  informações e subsídios para participar ativamente da sociedade como seres críticos e  conscientes. A metodologia utilizada constituiu-se de pesquisa bibliográfica, tendo como  referência os seguintes autores: Chassot (2011), Lorenzetti e Delizoicov (2001),  Cachapuz et al. (2005), e Durant (2005). Em um primeiro momento, refletimos sobre o  significado do termo Alfabetização Científica, em seguida destacamos suas  possibilidades e necessidade na sociedade atual. E, finalmente, destacamos que a 
Divulgação Científica é fundamental na tarefa de apresentar a ciência ao cidadão, a fim  de que este alcance a condição de alfabetizado cientificamente e possa intervir ativa e  criticamente na sociedade. 
Palavras-chave: Alfabetização Científica. Divulgação Científica. Ciência. 


A INTERFACE ENTRE ALFABETIZAÇÃO CIENTÍFICA E ... - uea

www.revistas.uea.edu.br/download/.../arete_v5_n09-2012-p.14-28.pdf
de CER Magalhães - ‎Artigos relacionados
de Pós-Graduação em Educação e Ensino de Ciências na Amazônia/UEA e ...Segundo Sasseron e Carvalho (2011) há uma variação no uso do termo ... utilizar a expressão “Alfabetización Científica”, como o Gil-Pérez e Vilches, (2001). ..... ANecessária Renovação do Ensino de CiênciasSãoPauloCortez2005.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

A INFLUÊNCIA DE JOGOS E ATIVIDADES LÚDICAS NO ENSINO E APRENDIZAGEM DE QUÍMICA


Eliana Moraes de Santana 1
Daisy de Brito Rezende 2


1Programa de Pós-Graduação Interunidades em Ensino de Ciências
2Departamento de Química Fundamental, Instituto de Química
Universidade de São Paulo/USP
elianaquimica@yahoo.com.br dbrezend@iq.usp.br

Resumo 
Este trabalho focaliza nossa experiência na construção, elaboração e aplicação de jogos e atividades lúdicas no Ensino de Química, com alunos da 9ª série do Ensino Fundamental e do 1º  ensino Médio em escolas das redes pública e privada do município de Itabuna (Ba), com o objetivo de verificar o papel dessas dinâmicas como elementos para o resgate de lacunas na aprendizagem dos alunos e como recurso mediador/facilitador da construção do conhecimento pelos sujeitos envolvidos no processo. Além disso, podem ser desenvolvidas algumas habilidades e competências importantes para a constituição de um sujeito capaz do exercício ativo de sua cidadania. 

Palavras - Chave: Jogos, atividades lúdicas, ensino-aprendizagem, ensino de química


A influência de jogos e atividades lúdicas no ensino - NUTES/UFRJ

www.nutes.ufrj.br/abrapec/vienpec/CR2/p467.pdf

de EM de Santana - ‎Artigos relacionados
Este trabalho focaliza nossa experiência na construção, elaboração e aplicação dejogos e atividades lúdicas no Ensino de Química, com alunos da 9ª série do ...

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Una revisión histórica de los recursos didácticos audiovisuales e informáticos en la enseñanza de la química


Gregorio Jiménez Valverde1,2 y Anna Llitjós Viza2 

Resumen: El objetivo de este artículo es datar y describir en orden  cronológico los primeros usos documentados de diversos recursos didácticos  audiovisuales e informáticos utilizados en la enseñanza de la química. 
Palabras clave: Recursos didácticos, Historia de la didáctica, Didáctica de  la química. 
Title: A historical review of the audiovisual and computer teaching aids in  chemical education. 
Abstract: The purpose of this article is to date and describe in a  chronological order the first documented applications of some audiovisual and  computer teaching aids used in chemical education. 
Keywords: Teaching Aids, Education History, Chemical Education. 

Una revisión histórica de los recursos didácticos audiovisuales e ...

reec.uvigo.es/volumenes/.../ART1_Vol5_N1.pdf
Traduzir esta página
de GJ Valverde - ‎2006 - ‎Citado por 8 - ‎Artigos relacionados
audiovisuales e informáticos utilizados en la enseñanza de la química. Palabras ...juegos de fichas de química ("Chart of Chemistry" de Youmans, de 1850, y

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

CLUBE DE CIÊNCIAS: UMA ATIVIDADE LÚDICA PARA O ENSINO DE CONCEITOS QUÍMICO


Adriano José de Oliveira1

Wilson Botter Junio2

Márlon Herbert Flora Barbosa Soares3



RESUMO: Este trabalho apresenta a constituição e ações de um clube de ciências com  o objetivo de discutir conceitos químicos por meio de atividades lúdicas. A abordagem  utilizada é a qualitativa do tipo estudo de casos. O clube de ciências foi constituído por  15 alunos de três séries diferentes do ensino médio de uma escola pública na cidade de Goiânia – Goiás. Foram desenvolvidas 4 atividades durante o ano letivo  que incluíam a  utilização de jogos e a execução de uma atividade lúdico do tipo jogo teatral, além de 
leituras e interpretações de textos científicos. Os resultados mostraram que os clubes de  ciência podem se tornar uma estratégia de avaliação do conhecimento químico e  também um espaço não formal de debate e discussão científica. O clube socializa os  alunos e ainda promove melhorias na sala de aula formal. 
Palavras-chave: Clube de ciências. Atividades lúdicas. Ensino de química. 


universidade federal de goiás - Portal de Periódicos Científicos ...

www.seer.furg.br/redsis/article/viewFile/2937/1962
15 alunos de três séries diferentes do ensino médio de uma escola pública na cidade de. Goiânia – Goiás ... torno de um tema comum, no caso, o conhecimento científico, parecem ter sua origem no Brasil em ..... H. F. B.; Perfil Químico:debatendo ludicamente o conhecimento científico em nível superior de ensino. Revista ...

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Livro de resumos do JALEQUIM


Olá pessoal, hoje estou postando o livro de resumos do JALEQUIM.
O JALEQUIM é  o I Encontro Nacional de Jogos e Atividades Lúdicas em Ensino de Química. Foi realizado  em Goiânia nos dias 29 a 31 de janeiro de 2014. Foram muitos os trabalhos publicados em forma de resumo e trabalhos completos. O organizadores fazem parte do grupo LEQUAL.

 LIVRO DE RESUMOS JALEQUIM 2014 (CLIQUE AQUI)

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

O uso do jogo de roles (roleplaying game) como estratégia de discussão e avaliação do conhecimento químico

Eduardo Luiz Dias Cavalcanti e Márlon Herbert F. Barbosa Soares 

Resumo: Este trabalho apresenta a aplicação do RPG (Role Playing  Game) em ensino de química especificamente em cursos de formação de  professores, inclusive para subsidiá-los em sua futura atuação profissional,  utilizando tal estratégia para avaliar e discutir o conhecimento químico. 
Utilizou-se como método a fenomenologia, analisando os resultados sem se  preocupar com suas causas. Os resultados mostraram que o RPG é uma  excelente estratégia de avaliação, pois permite que o aluno se expresse,  inclusive em seus erros, facilitando a correção dos conceitos durante a  própria atividade, que é realizada pelo professor da disciplina, atuando  como mestre da aventura. A discussão dos conceitos é realizada durante  toda a atividade a partir do momento que os participantes têm que resolver  situações e problemas que contenham conceitos químicos para avançar no  jogo. As vantagens do uso do jogo em ensino de ciências está relacionado a  liberdade de ação, trabalho em grupo, cooperação e construção conjunta do  conhecimento.


[PDF] O uso do jogo de roles (roleplaying game) como estratégia de discussão e avaliação do conhecimento químico

EL Dias Cavalcanti… - … : Revista electrónica de …, 2009 - dialnet.unirioja.es
Resumo: Este trabalho apresenta a aplicação do RPG (Role Playing Game) em ensino de
química especificamente em cursos de formação de professores, inclusive para subsidiá-los
em sua futura atuação profissional, utilizando tal estratégia para avaliar e discutir o ...

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Energos, um objeto de aprendizagem para o debate escolar sobre os meios de produção de energia elétrica.

Marcelo Leandro Eichler1
 Gabriela Trindade Perry**
Mário Régis Gonçalves***
José Claudio Del Pino****

Resumo: A temática sobre os meios de produção de energia elétrica e seus possíveis  impactos ambientais e sociais está presente em diversos documentos oficiais com  orientações curriculares para a escola básica. Neste artigo, apresenta-se um objeto de  aprendizagem que aborda esta temática, descreve-se seu projeto pedagógico e analisa-se  sua implementação computacional. Indica-se, também, uma estratégia pedagógica para  a sua utilização, o jogo de representação de papéis. Nesse sentido, defende-se a  preponderante ação do professor na condução dessa estratégia. 

Palavras-chave: objeto de aprendizagem; jogo de representação de papéis; matriz  energética.

Artigo completo em:
http://www.iq.ufrgs.br/aeq/producao/delpino/Renote_2.pdf

sábado, 1 de fevereiro de 2014

[PDF] DESENVOLVIMENTO DE UM SOFTWARE (JOGO 3D) PARA O ENSINO-APRENDIZAGEM DE QUÍMICA NA EDUCAÇÃO BÁSICA LF Soares, HA Gonçalves, ECS Magalhães - wright.ava.ufsc.br Resumo A introdução de Novas Tecnologias de Informação e Comunicação (NTICs) nos conteúdos escolares e em particular no de Química, tende a ser uma necessidade na procura da melhoria da qualidade no processo de ensino e de aprendizagem. Faz-se ...


Luis Fernando Soares1
 Universidade Federal de São João del-Rei, Minas Gerais 
Heitor Antônio Gonçalves2
 Universidade Federal de São João del-Rei, Minas Gerais 
Eudson Carlos Souza Magalhães 
Universidade de Itauna, Minas Gerais 


Resumo 
A introdução de Novas Tecnologias de Informação e Comunicação (NTICs) nos conteúdos  escolares e em particular no de Química, tende a ser uma necessidade na procura da melhoria da  qualidade no processo de ensino e de aprendizagem. Faz-se necessário o desenvolvimento de novos  softwares educacionais que consigam atrair a atenção do aluno. O objetivo de nosso trabalho é  desenvolver um software na forma de um jogo 3D com conteúdos de Química que auxilie alunos e  professores no que se refere ao ensino e aprendizagem e capacitar alunos e professores em novas  tecnologias de informação e comunicação referentes a jogos educacionais. 


[PDF] DESENVOLVIMENTO DE UM SOFTWARE (JOGO 3D) PARA O ENSINO-APRENDIZAGEM DE QUÍMICA NA EDUCAÇÃO BÁSICA

LF Soares, HA Gonçalves, ECS Magalhães - wright.ava.ufsc.br
Resumo A introdução de Novas Tecnologias de Informação e Comunicação (NTICs) nos
conteúdos escolares e em particular no de Química, tende a ser uma necessidade na
procura da melhoria da qualidade no processo de ensino e de aprendizagem. Faz-se ...

ÊNFASE À INSERSÃO DO LÚDICO NO ENSINO DE QUÍMICA


Valeria Carpes Sauer, Denis da Silva Garcia

Resumo


O PRESENTE TEXTO TRATA-SE SOBRE UM RELATO DE EXPERIÊNCIA REFERENTE A APLICAÇÃO DEJOGOS LÚDICOS/EDUCATIVOS NO ENSINO DE QUÍMICA. FORAM DESENVOLVIDAS TRÊS ATIVIDADES “JOGANDOCOM CAIXINHAS DE FÓSFORO”, “DOMINÓ DE QUÍMICA” E “JOGO DO L INVERTIDO”. A ATIVIDADE LÚDICA É UMAMETODOLOGIA ATRAENTE E PRAZEROSA PARA ENSINAR OS CONCEITOS DE QUÍMICA, COM O OBJETIVO DEDESPERTAR O INTERESSE DO ALUNO, TORNAR AS AULAS MAIS DINÂMICAS E ATRAENTES, MELHORANDO ASSIM ORENDIMENTO ESCOLAR, A POSTURA CRÍTICA VISANDO O DESENVOLVIMENTO PESSOAL. DESTA FORMA,SIGNIFICANDO OS CONTEÚDOS TRABALHADOS, RESGATANDO NO ESTUDANTE O ENTUSIASMO PELAAPRENDIZAGEM, APROXIMANDO O MÁXIMO POSSÍVEL DO COTIDIANO.

Texto completo: PDF