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Itabuna, Bahia, Brazil
Licenciada em Química pela Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc- Bahia); Mestre em Ensino de Ciências pela Universidade de São Paulo (USP); Professora do ensino Fundamental e Médio há 12 anos. Trabalha com Jogos e atividades lúdicas no ensino de Ciências, especialmente a Química.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Alguns livros que todo educador químico deve ler!!!!

Manual de Química Experimental

Manual de Química Experimental
Manual de Química Experimental
Autor:Divulgação

Álvaro Crispino, Pedro Faria – Editora Átomo – Brasil – 2010
Este manual insere-se nas fontes de consulta rápida para usuários de laboratórios de química e áreas afins. Ele é indicado tanto para a formação de alunos, quanto para o desempenho positivo das atividades de professores e técnicos de laboratório, que têm suas necessidades específicas atendidas nesta fonte de pesquisa. Atende tanto os que ainda não têm qualquer familiaridade com o laboratório, e que não conhecem o que nele existe, como aquele que ali trabalha rotineiramente. Descreve o ambiente de laboratório, desde a sua concepção, escolha dos materiais mais adequados para a sua construção, sinalização e disposição dos insumos, normas de conduta, cuidados e precauções.


Alquimistas e Químicos

Alquimistas e Químicos
Alquimistas e Químicos
Autor:Divulgação

José Átila Vanin – Editora Moderna – Brasil
O fascínio da química e a capacidade que ela confere ao homem de transformar materiais e de viver em um mundo melhor impregnam as páginas deste livro, dando uma visão atraente dessa ciência. Da química do homem primitivo ao progresso da fase moderna, as etapas envolveram mentes, conhecimentos e intenções.


Lavoisier – O Estabelecimento da Química Moderna

Lavoisier – O Estabelecimento da Química Moderna
Lavoisier – O Estabelecimento da Química Moderna
Autor:Divulgação

Carlos Alberto L. Filgueiras – Editora Odysseus – Brasil – 2007 – 2ª edição
Se fosse possível resumir o conhecimento científico atual em uma única frase, ela seria: "o aspecto fundamental da Natureza é a transformação". O aspecto mais importante da obra de Lavoisier é uma profunda revisão da compreensão das transformações materiais que ocorrem no mundo. Lavoisier é um exemplo perfeito de grande cientista: extremamente meticuloso na execução de seus experimentos, criativo em suas ideias, independente e corajoso em seu pensamento, e correto com seus colegas e colaboradores. Lavoisier não passou a vida isolado num laboratório e teve uma influente atuação social e política.
Carlos Filgueiras dá vida à ciência e à pessoa de Lavoisier mediante explicações científicas claras e acessíveis e, ao mesmo tempo, explora sua importância no contexto histórico em que originaram.


Química através do Lúdico – Brincando e Aprendendo

Química através do Lúdico
Química através do Lúdico
Autor:Divulgação

José Vicente Lima Robaina – Editora Ulbra – Brasil – 2008 – 1ª edição
Química através do Lúdico, como o nome indica, oferece a alunos e professores do ensino médio a oportunidade de aprender jogando. A obra valoriza a pedagogia das situações-problema como uma prática que instiga os alunos a buscarem respostas cuja construção resulta necessariamente numa nova aprendizagem. Sem dúvida, esse livro tornará as aulas de Química muito mais criativas e prazerosas, em um processo interativo no qual professores e alunos tornam-se parceiros na busca do conhecimento.


Os Botões de Napoleão

Os Botões de Napoleão
Os Botões de Napoleão
Autor:Divulgação

Penny Le Couteur, Jay Burreson – Editora Zahar – 2006 – 1ª edição
Será que podemos explicar o fracasso da campanha de Napoleão na Rússia, em 1812, por algo tão insignificante quanto um botão? Quando exposto a temperaturas baixas, o estanho se esfarela, e todas as fardas dos regimentos de Napoleão eram fechadas com botões feitos desse material.
Com estilo cativante, temperado com diversas histórias curiosas, a professora de química Penny Le Couteur e o químico industrial Jay Burreson fazem uma fascinante análise de 17 grupos de moléculas que, como o estanho daqueles botões, influenciaram o curso da história. Essas moléculas produziram grandes feitos na engenharia e provocaram importantes avanços na medicina e no direito. Além disso, determinaram o que hoje comemos, bebemos e vestimos.


O que Einstein disse a seu Cozinheiro

O que Einstein disse a seu Cozinheiro
O que Einstein disse a seu Cozinheiro
Autor:Divulgação

Robert L. Wolke – Editora Zahar – 2002
Você sabia que nem todo o álcool evapora quando se cozinha com cerveja ou vinho? Por que nada gruda em uma frigideira antiaderente? O que faz as gorduras ficarem rançosas? Em mais de 100 pares de perguntas e respostas que podem ser consultados independentemente, esse livro explica pão pão queijo queijo a ciência da cozinha. Acessível e inteligente, descarta informações e mitos que passaram do prazo de validade e ajuda você a interpretar rótulos e propagandas. Deliciosas receitas criadas especialmente para demonstrar princípios científicos, dicas, um glossário e sugestões de leitura complementam o banquete.


Jogos no Ensino de Química e Biologia

Jogos no Ensino de Química e Biologia
Jogos no Ensino de Química e Biologia
Autor:Divulgação

Neusa Nogueira Fialho – Editora IBPEX – Brasil – 2007
A obra propõe uma metodologia diferenciada para ensino de química e biologia, com práticas bastante difundidas e incentivadas em ambientes acadêmicos. São propostas voltadas ao professor, instrumentalizando-o a trabalhar com o jogo do mico, o jogo de dados, o jogo das caixinhas, o dominó, o jogo do L invertido, o quebra-cabeça e o stop, ao mesmo tempo em que é garantida a aprendizagem dos conceitos.


Didática da Química – Fundamentos e Práticas para o Ensino Médio

Didática da Química
Didática da Química
Autor:Divulgação

Murilo Cruz Leal – Editora Dimensão – Brasil
A obra traz apontamentos centrados em teorias e conceitos que fundamentam a prática do ensino da química no ensino médio. Traz ainda sugestões de atividades e abordagens visando a práticas de ensino-aprendizagem mais diversificadas e significativas.
O livro está organizado em temáticas mais amplas distribuídas em três capítulos: A estrutura e o funcionamento da química e de suas implicações para o ensino-aprendizagem; Possibilidades curriculares para o ensino médio; Abordagens e recursos metodológicos para aulas de química.


Química na Cabeça

Química na Cabeça
Química na Cabeça
Autor:Divulgação

Alfredo Luís Mateus – Editora UFMG – Brasil
O livro reúne diversas experiências, explicações e fatos interessantes sobre a química. Mostra mais de perto alguns materiais: água, cristais, plásticos, corantes e pigmentos, e como eles se comportam em diversas situações. As atividades apresentadas ao longo do texto são simples, acessíveis e capazes de criar interesse nos leitores.


Princípios de Química – Questionando a vida moderna e o meio ambiente

Princípios de Química
Princípios de Química
Autor:Divulgação

P. Atkins, L. Jones – Editora Bookman – 2011 – 5ª edição
O livro apresenta a química como algo dinâmico e atual. Mostra a relação entre as ideias químicas fundamentais e suas aplicações. Enfatiza as técnicas e aplicações modernas. Diferentemente de outros textos, o livro começa por um retrato detalhado do átomo e, a partir daí, progride até a fronteira da química, mostrando sempre como resolver problemas, pensar sobre a natureza e a matéria, e visualizar conceitos químicos, da mesma forma que o fazem os químicos profissionais.


Técnicas Criativas para Dinamizar Aulas de Química

Técnicas Criativas para Dinamizar Aulas de Química
Técnicas Criativas para Dinamizar Aulas de Química
Autor:Divulgação

Mariza Magalhães – Editora Muiraquitã – Brasil – 2ª edição
O objetivo deste livro é fornecer opções aos mestres em suas tarefas cotidianas, além de tentar promover o estreitamento das relações entre professores e alunos.
Basicamente são seis técnicas simples que envolvem o conteúdo programático, o laboratório (ou sala) de ciências, os temas para pesquisas, a avaliação da aprendizagem, as visitas orientadas e a elaboração de projetos interdisciplinares, em datas comemorativas. De forma simples e clara, a autora sugere como utilizar recursos já conhecidos e de acesso fácil com uma nova roupagem mais atraente e criativa, mas sem colocar de lado o conteúdo formal de química.


Educação em Química – Compromisso com a Cidadania

Educação em Química
Educação em Química
Autor:Divulgação

Wildson Luiz Pereira dos Santos, Roseli Pacheco Schntzler – Editora Unijuí – Brasil – 2010 – 4ª edição
É uma obra dedicada ao ensino de química, cujos fundamentos em termos de princípios para a formação da cidadania são de interesse para todos que trabalham no ensino de ciências. A obra, que nesta edição foi revisada e ampliada, apresenta uma nova leitura sobre o movimento Ciência-Tecnologia-Sociedade (CTS) no ensino de ciências.


Tudo o que Você Faz Tem a Ver com Química

Tudo o que Você Faz Tem a Ver com Química
Tudo o que Você Faz Tem a Ver com Química
Autor:Divulgação

Mariza Magalhães – Editora Livraria da Física – Brasil
Este livro é um auxílio aos didáticos convencionais. Os assuntos apresentam-se ordenados de acordo com as atividades cotidianas de uma pessoa, do despertar ao adormecer. Isso permite a identificação, por parte do leitor, da presença permanente de fenômenos químicos distintos em seu dia-a-dia. Em linguagem simples, a obra está dividida em capítulos curtos que passam pela higiene doméstica, tecidos e roupas, objeto de uso diário, exercícios físicos, alimentação, remédios transporte e lazer.

O USO DO JOGO AUTÓDROMO ALQUÍMICO COMO MEDIADOR DO ENSINO DOS CONCEITOS DE ALQUIMIA E QUÍMICA.



  1. Olá meu povo. Mais um artigo publicado. Em breve estarei postando aqui no blog.


    Por enquanto podem acessar os anteriores, como vocês solicitaram.

    Até mais, 

    Eliana Moraes de Santana



    Universidade de São Paulo Instituto de Física Instituto de Química ...

    www.teses.usp.br/teses/disponiveis/.../Eliana_Moraes_de_Santana.pdf
    31/05/2012 - ... Autódromo Alquímico como mediador da aprendizagem no Ensinode Química... O uso do jogo autódromo alquímico como mediador ..... Quadro 7.28 Pontos em comum entre Alquimia e QuímicaConceitos.................. 152.
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  2. atividades lúdicas como elementos mediadores da ... - 4Shared

    dc510.4shared.com/doc/RXlgywdp/preview.html
    conceitos; aumento da criatividade e da capacidade de argumentação. ... Autódromo Alquímico, no reconhecimento, por alunos do 9o ano do Ensino Fundamental, ... Nestejogo, desenvolvido em seis etapas, são abordados. tópicos da História da Alquimia e da História da Química, através de uma atividade lúdica.
    Você visitou esta página 4 vezes. Última visita: 31/08/13
  3. [PDF]

    A influência de jogos e atividades lúdicas no ensino ... - NUTES/UFRJ

    www.nutes.ufrj.br/abrapec/vienpec/CR2/p467.pdf
    de EM de Santana - ‎Artigos relacionados
    uso dessas atividades no Ensino de Ciências ou de Química é ... do processo deensino e aprendizagem de conceitos científicos. .... instrumento de trabalho no qual omediador, no caso o professor, deve .... O Autódromo alquímico é um jogo de tabuleiro,semelhante a uma corrida de carrinhos, ... O que é Alquimia?
    Você visitou esta página 2 vezes. Última visita: 29/08/13
  4. [PDF]

    Uso de Jogos no ensino e aprendizagem de Química: Uma visão ...

    www.quimica.ufpr.br/eduquim/eneq2008/resumos/R0125-1.pdf
    de EM de Santana - ‎Citado por 2 - ‎Artigos relacionados
    Palavras Chave: Jogos, aprendizagem, ensino de química ... que utilizam jogos para ensinar nomenclatura, fórmulas e equações químicasconceitos gerais ... alquimia, materiais de laboratório, equilíbrio químico, termoquímica, ... alunos sobre dois jogosvoltados para o ensino de Química: o autódromo alquímico e a ...
    Você visitou esta página 2 vezes. Última visita: 29/08/13
  5. Jornal Impresso - Portal do Professor - Ministério da Educação

    portaldoprofessor.mec.gov.br/jornalImpresso.html?edicao=100
    04/07/2013 - É um símbolo relacionado com a alquimia e contém as ideias de ... 1994 e 2002, com abordagem divertida de conceitos científicos. .... “O uso do blogue como ferramenta didática no ensino de química e ..... Uma atividade criada pela professora — O Uso do Jogo Autódromo Alquímico como Mediador da ...

domingo, 22 de setembro de 2013

Jogos no Ensino de Química




Aqui você encontra propostas de uso de jogos didáticos no ensino de diferentes conceitos químicos.

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

FUNDAMENTOS EPISTEMOLÓGICOS DAS RELAÇÕES CTS NO ENSINO DE CIÊNCIAS


FUNDAMENTOS EPISTEMOLÓGICOS DAS RELAÇÕES CTS NO  ENSINO DE CIÊNCIAS
EPISTEMOLOGICAL FOUNDATIONS OF STS RELATIONS IN SCIENCE  TEACHING
Luciana de Nazaré Farias1
Werventon dos Santos Miranda 
Silvio Carlos Ferreira Pereira Filho

RESUMO
Nesse artigo os autores visam discutir os fundamentos epistemológicos das relações CTS (Ciência, Tecnologia,  Sociedade) presentes em temas considerados socialmente relevantes no ensino de ciências. Foi considerado que um dos principais objetivos do ensino de ciências numa  abordagem CTS é o desenvolvimento da capacidade de tomada de decisões por parte dos  estudantes, contribuindo, assim, para sua participação na sociedade. Embora haja uma busca  por mudanças, as pesquisas têm mostrado que, nas escolas, os conhecimentos científicos  ainda são apresentados aos alunos com status de conhecimento superior aos demais, como  sendo a verdade absoluta. Como resultados preliminares, as pesquisas  apontam para uma crescente valorização dos estudos CTS, que indicam a necessidade de  explorar os conhecimentos sob um caráter mais amplo, buscando trabalhar ciências numa  perspectiva curricular, cuja lógica de organização é estruturada em temas, com os quais são  selecionados os conteúdos de ensino de ciências. Entretanto, o desenvolvimento da  abordagem CTS nas escolas ainda é um desafio, pois a ciência e a tecnologia são abordadas  de forma meramente ilustrativa, dissociadas das discussões de nosso tempo, em que  paradoxalmente vivemos em constante contato com aparatos científicos e tecnológicos. É  preciso contrastar as visões oficiais presentes nos sistemas de ensino e constituir fontes de  visões alternativas para o ensino de ciências, buscando avançar no sentido de concepções de  ciências e seu ensino, concernentes com o século XXI. 

Acessem o link a seguir para obter o trabalho completo:

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Formação de Professores

A disciplina Ciências Naturais foi homologada no currículo escolar nacional desde lei da LDB 4.024/61, no entanto a normalização de professores ocorreu somente na década de 70 (MAGALHÃES JUNIOR; OLIVEIRA 2005, p. 1), há uma ligação a valorização da educação quando existe uma valorização do profissional da educação através das políticas públicas e da consagração do ensino básico público e gratuito, Libâneo et al. (2007, p. 129, 130) comenta sobre essa falta de valorização:

As conseqüências da inversão de prioridades estariam, por exemplo, no abandono da democratização do acesso e da permanecia de todos na escola básica em nome da qualidade do ensino. A qualidade do ensino que diminui os índices de evasão e repetência, mas não consegue incluir efetivamente todas as crianças e os jovens na vida escolar da educação básica. Outra conseqüência diz a respeito ao descompromisso do Estado ao descentralizar ações para a comunidade, desobrigando-se de manter políticas públicas, especialmente as sociais, e repassando encargos para outras instâncias administrativas institucionais, porém sem poder decisório.

Assim pode-se resumir a postura do Estado ao decorrer do tempo com a formação do professor de Ensino de Ciências na escola básica. A partir do golpe militar em 64, houve o incentivo a profissionalização na escola média, atropelando a consolidação do ensino fundamental que passou a ser de oito anos e o ensino médio obrigatoriamente profissionalizante na Lei 5.692/71. Houve um aumento quantitativo não acompanhado do qualitativo, em razão do grande crescimento da rede escolar teve que sofrer com o comprometimento da qualidade dos serviços prestados, do magistério e a por fim a desvalorização do professor foi aplicada um padrão cruel:

A ampliação das vagas deu-se pela redução da jornada escolar, pelo aumento do número de turnos, pela multiplicação de classes multisseriadas e unidocente, pelo achatamento dos salários dos professores e pela absorção de professores leigos. O trabalho precoce e o empobrecimento da população, aliados às condições precárias de oferecimento de ensino, levaram à baixa qualidade do processo, com altos índices de reprovação (LIBÂNEO et al. 2007, p. 144).

Na lei 4.024/61 junto com a criação do Ensino de Ciências Naturais para o Ensino Básico, foi estipulado um  “currículo mínimo” para a formação de professores que eram as antigas “Escolas Normais”. Na promulgação da lei 5.692/71 foi instituída a educação profissional média, o Magistério foi instituído para a docência em Ciências no Ensino Básico, muitas universidades formaram um currículo de curta duração em ciências de forma integrada, após as tornavam plenas a partir de complementação com uma área das Ciências, assim os professores tinham uma boa formação para o ensino fundamental, mais nem tão boa para o ensino médio (MAGALHÃES JUNIOR; OLIVEIRA 2005, p.1). A partir da LDB/96, lei 9.394/96, determinar que para o Ensino de Ciências para o Ensino Básico dever através de licenciados de nível superior, uma recente conquista, uma vez que foi dado um prazo na LDB de dez anos para fazer adaptação do sistema educacional. No entanto, as universidades preferiram manter os cursos específicos de ciências, iniciando uma carência em licenciatura de Ciências para o Ensino Fundamental. Compreende como licenciatura para o Ensino Fundamental de Ciências Físicas (compreendendo a Física, Química, Geologia e Astronomia) e as Ciências Biológicas (compreendendo a Biologia Geral, Zoologia, Botânica). No ensino para as série iniciais foi instituído o curso de Pedagogia ou os cursos Normais Superiores. O Ensino de Zoologia no 7° ano do Ensino Fundamental é lecionado por licenciados em Ciências Naturais e Biologia, na sua maior parte são os licenciados em Biologia (MAGALHÃES JUNIOR; OLIVEIRA 2005, p. 2), que não tem a formação nas áreas da Física e da Química para o 9° ano do Ensino Fundamental.
No PCN recomenda-se a formação inicial e a formação continuada junto à adequação de metodologias e novas tecnologias, em especial as de comunicação. Elementos que tem se construído principalmente a partir da ampliação das pós-graduações em Ensino de Ciências em especializações, mestrados e doutorados (NARDIR, 2007).
Na 55° Reunião da Sociedade Brasileira de Progresso para a Ciência – SBPC – com tem “Ensino de Ciências” faz uma carta publica, propõem melhorias para a formação de professores de Ciências:


a) Curso de Pedagogia - falta de espaço para tratamento dos conteúdos específicos durante a formação inicial, inclusive maior   reflexão sobre a concepção da ciência que permeia o currículo. 
b) Ciências - Falta uma identidade – assume-se     que quem se prepara para alguns cursos acaba se preparando – automaticamente - para ensinar ciências para crianças, o que é falso. O curso deve ser assumido    pela instituição em suas especificidades. 
c) Como regra geral, os cursos de bacharela   do são mais valorizados do que os de licenciatura, embora os estudantes acabem   se licenciando e dando aulas. 
d) Cursos de formação inicial,    como regra,   estão    distanciados da realidade da educação básica; 
e) Falta contanto mais próximo    com     tecnologias   da comunicação no curso de formação inicial; 
f) Universidades e centros de formação       interagem       pouco com os sistemas de ensino. 


REFERENCIAS
CODENOTTI, T. L. Projeto de ensino de zoologia com extensão sócio-educacional. Dissertação de Mestrado. UNICAMP, 1979.
LIBÂNEO, J. C.; OLIVEIRA, J. F.; TOSCHI, M. S. Educação escolar: políticas, estruturas e organização. – 5.ed. – São Paulo: Cortez,  2007.
MAGALHÃES JUNIOR, C. A. O.; OLIVEIRA, M. P. P. Anais do ENPEC. Florianópolis,  2005.
NADIR, R. A área de Ensino de Ciências no Brasil: fatores que determinam sua constituição e suas características segundo pesquisadores brasileiros. Em NADIR, R. (org). A pesquisa em ensino de ciências no Brasil: alguns recortes. – São Paulo: Editora Escrituras, 2007.
SBPC. Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência. Jornal da Ciência. Acessado em <http://www.jornaldaciencia.org.br> em 05.09. 2009.