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Itabuna, Bahia, Brazil
Licenciada em Química pela Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc- Bahia); Mestre em Ensino de Ciências pela Universidade de São Paulo (USP); Professora do ensino Fundamental e Médio há 12 anos. Trabalha com Jogos e atividades lúdicas no ensino de Ciências, especialmente a Química.

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

O ensino de ciências e a qualidade da educação

Por Jorge Werthein* Muito se fala sobre a necessidade de melhorar a qualidade da educação básica no Brasil e são várias as estratégias defendidas com esta finalidade: aprimorar a formação dos docentes, aumentar o tempo de permanência na escola, melhorar a infra-estrutura e equipar os estabelecimentos de ensino. Todas são válidas e, certamente, se colocadas em prática colaboram para melhorar a educação. Contudo, existe uma alternativa de grande impacto que é pouco lembrada: a incorporação do ensino de ciências ao currículo desde os primeiros anos do ensino fundamental.
No Brasil, o ensino de ciências tem pouca ênfase dentro da educação básica, apesar da forte presença da tecnologia na vida das pessoas e do lugar central que a inovação tecnológica detém enquanto elemento de competitividade entre as empresas e as nações. Evidência da falta de atenção dispensada à formação na área de ciências neste país é o enorme deficit de docentes de física, química, matemática e biológica, calculado em 200 mil segundo o próprio Ministério da Educação. Enquanto isso, em diversas partes do mundo, inclusive da América Latina, tem-se experimentado o impacto positivo do ensino de ciências sobre a qualidade da educação. Argentina, Uruguai, Chile, Costa Rica, Cuba detêm os melhores indicadores educacionais da região e são exemplos de países que perceberam que o ensino das ciências pode ser muito importante e produtivo. O impacto do ensino de ciências sobre a qualidade da educação se deve ao fato de que ele envolve um exercício extremamente importante de raciocínio, que desperta na criança seu espírito criativo, seu interesse, melhorando a aprendizagem de todas as disciplinas. Por isso, se a criança se familiariza com as ciências desde cedo, mais chances ela tem de se desenvolver neste campo e em outros.
Bom ensino atrai talentos Somente esse motivo já justificaria uma maior atenção ao ensino de ciências por parte dos formuladores de políticas públicas na área da educação, mas existem outros. Uma segunda razão é que apenas com bom ensino de ciências para todas as crianças é possível atrair talentos para as carreiras científicas. A terceira, e última lembrada no âmbito deste artigo, é o fato de que o conhecimento científico e as novas tecnologias são fundamentais para que a população possa se posicionar frente a processos e inovações sobre os quais precisa ter uma opinião a fim de legitimá-los. É o caso do uso de alimentos geneticamente modificados, da clonagem biológica e o uso da energia nuclear. Nesse sentido, o domínio do conhecimento científico faz parte do exercício da cidadania no contexto da democracia. Costuma-se dizer que, no mundo contemporâneo, o capital mais importante de um país é o conhecimento. O conhecimento, contudo, depende da formação de pessoas capazes de produzi-lo. E num país com as características do Brasil, com um numeroso contingente de crianças e jovens em idade escolar, não é exagerado dizer que este é o bem mais valioso que se tem à disposição, o qual pode se converter em vantagem competitiva se esse potencial for bem aproveitado por meio de uma educação de qualidade. Falta de capacitação de docentes Mas justamente por se almejar uma educação de qualidade é preciso atentar para um aspecto fundamental: o ensino para as ciências não consiste apenas em inserir disciplinas no currículo. Vide o que acontece no ensino médio, em que a educação para as ciências, sobretudo na rede pública, é extremamente deficiente devido, entre outras coisas, à falta de capacitação dos docentes. Assim, a inclusão das ciências desde o ensino fundamental deve ser associada, necessariamente, a uma política de formação de docentes, de modo que eles se sintam seguros e possam propiciar aos alunos aprendizagens significativas. Não existe nenhum fantasma no ensino de ciência, é apenas preciso transmitir conhecimentos que são até elementares e que gerem interesse das crianças pela experimentação. Os alunos se entusiasmam, querem praticar e começa a existir trabalho em equipa. No Brasil, isso acontece em escolas da rede privada, mas não é possível manter uma situação em que esse tipo de formação e conhecimento se mantenha restrito a um pequeno número de crianças e jovens, sob pena de se continuar a gerar e a reproduzir as desigualdades.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Exposição Virtual Cadê a Química foi lançada, esta semana, em Juiz de Fora

Sucesso de público que atraiu cerca de 20 mil estudantes no período de um ano e meio, em Juiz de Fora (MG) e cidades vizinhas, a Exposição Cadê a Química, ganhou, nesta semana (12), sua versão virtual. A iniciativa amplia a visibilidade do trabalho de divulgação científica dirigido a alunos do ensino básico e médio, criado no âmbito do Ano Internacional da Química-2011, pela Casa da Ciência, da UFRJ, com a coordenação acadêmica da vice-presidente da SBQ, Cláudia Rezende. A Exposição Virtual reproduz, na web, a incursão que os visitantes fazem pelos diferentes espaços de uma casa. Nessa exploração eles passam a conhecer a identidade química de materiais de construção, alimentos, utensílios domésticos, produtos de higiene e limpeza.
O trabalho de virtualização consistiu em filmar e fotografar as instalações e adaptar esse material para a linguagem da web, com efeitos sonoros e visuais. Foi feito em três meses, e contou com uma equipe de 30 profissionais, que inclui produtores, web designers, fotógrafos e locutores, informa Rodrigo Coelho, um dos coordenadores do projeto, realizado pelo portal Era Digital. O portal é especializado na criação de visitas virtuais a museus e na geração de DVDs com esse conteúdo, que são distribuídos pelo Ministério da Educação e Cultura para a rede pública de ensino.
O projeto representou um novo desafio para os realizadores, explica o coordenador. Diferente do que ocorre com as visitas virtuais a museus, quando o objeto de conhecimento é contemplativo, Cadê a Química exigiu uma abordagem mais interativa para tratar de conceitos de ciência, com o público infantil acostumado à dinâmica dos videogames. A exposição Cadê a Química foi instalada na Casa da Ciência, da UFRJ, em dezembro de 2011, mantendo-se nesse local até junho de 2012. Deslocou-se então para o Museu de Ciências da Universidade Federal de Juiz de Fora, onde está há um ano e meio sob a coordenação do professor Eloi Teixeira Cesar. O lançamento da Exposição Virtual contou com a presença do reitor da UFJF, Henrique Duque de Miranda Coelho e da diretora de Educação Básica da CAPES, Carmem Moreira de Castro Neves. Veja aqui a Exposição Virtual. Fonte: Carlos Martins (Assessoria de Imprensa da SBQ)

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Representações Sociais de professores em formação continuada sobre o termo jogo no ensino de ciências

Mais um artigo apresentado no Congresso da Espanha. Esse trabalho apresenta uma análise preliminar das representações sociais de professores em formação continuada sobre o temo “Jogo” no ensino de ciências. A pesquisa baseia-se em análise qualitativa, sendo desenvolvida nos moldes do estudo de caso. O público-alvo é composto por professores das áreas de ciências da natureza que já concluíram o curso de licenciatura voltado paro o ensino de ciências naturais e atuam em escolas da rede pública e privada da Sul da Bahia- Brasil.
Segue o link do artigo: http://congres.manners.es/congres_ciencia/gestio/creacioCD/cd/articulos/art_743.pdf

O Uso do Jogo Autódromo Alquímico como mediador do ensino dos conceitos de Alquimia e Química

Olá pessoal, hoje estou postando os meus trabalhos apresentados na Espanha em setembro. Bom esse artigo descreve um recorte da minha dissertação de mestrado.
Resumo: Esse relato apresenta uma análise de um jogo e como esse recurso pode contribuir para o Ensino de Química, possibilitando a mediação de aspectos cognitivos sobre a Alquimia e Química. A pesquisa baseia-se em análise qualitativa, sendo desenvolvida nos moldes do estudo de caso. O público-alvo é composto por 263 estudantes do 9º ano do Ensino Fundamental na cidade de Itabuna no estado da Bahia. Obtiveram-se os dados através de análises diagnósticas, utilizando-se ferramentas da análise de conteúdo. Os dados encontrados demonstraram existir uma relação direta entre a aplicação da atividade lúdica e uma maior ressignificação e aprofundamento do conhecimento trabalhado. Palavras-Chave: atividades lúdicas, jogos, ensino de química e alquimia.
Segue o link como o artigo completo: http://congres.manners.es/congres_ciencia/gestio/creacioCD/cd/articulos/art_1566.pdf

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

APLICAÇÃO DE JOGOS DIDÁTICOS COMO PROPOSTA NA METODOLOGIA DO ENSINO DE QUÍMICA


AUTORES: SILVA, A.M. (UECE) ; LIMA, P.M. (UECE)

RESUMO: A obra apresenta a visão de alunos e professores entrevistados logo após a aplicação de jogos didáticos de Química em sala de aula. Em 20 de dezembro de 1996, foi estabelecida a Lei de Diretrizes e Bases – lei que rege os princípios e finalidades da Educação nacional – constituindo competências incumbidas ao Ensino Médio, onde a Educação não deve restringir-se no compartilhamento de informações ou metodologias de cunho memorístico, mas de construção do conhecimento, desenvolvimento de capacidades cognitivas essenciais à formação cidadã. Os resultados da pesquisa comprovaram que os objetivos propostos foram alcançados com sucesso, mostrando a viabilidade do recurso didático em questão. 

PALAVRAS CHAVES: jogos didáticos em química

INTRODUÇÃO: Desde que a Química passou a ser implantada na escola como disciplina, os alunos não tem uma boa visão a seu respeito. Eles, geralmente, saem do Ensino Fundamental com um baixo e superficial conhecimento dos assuntos relacionados à ciência, e já chegam ao Ensino Médio com um “pré”- conceito, ou seja, com uma visão distorcida, de que estudar Química é difícil. Por esta e outras razões, o estudante perde o prazer e o interesse em estudar Química. Esta é uma ciência em que o professor deve, não só ter um bom domínio, mas, tornar prazeroso o seu estudo e facilitar a sua aprendizagem. Os jogos são considerados educativos por desenvolverem habilidades cognitivas essenciais para a construção da aprendizagem - resolução de problemas, percepção, criatividade, raciocínio rápido e lógico, contextualização dos assuntos, dentre outras. Partindo do reconhecimento das dificuldades que envolvem o trabalho do professor de Química, como uma forma de contribuir para o processo de ensino-aprendizagem de nomenclaturas, fórmulas, equações, reações, formação das moléculas, etc., surgiu a necessidade de elaborar jogos didáticos com o propósito de motivar, enriquecer e divertir as aulas (ZANON, 2008). A aplicação de jogos educativos em Química pode se tornar uma excelente técnica de ensino, capaz de revolucionar a metodologia conteudista bastante utilizada por professores, desenvolver habilidades importantes, facilitar com que as aulas se tornem cada vez mais produtivas e interessantes. A pesquisa realizada, junto aos alunos do ensino médio da E. E. F. M Paulo Ayrton Araújo, mostra o grau de aceitação por parte deles à implantação dos jogos quanto aos objetivos almejados na intenção de aprimorar a metodologia das aulas de Química. 

MATERIAL E MÉTODOS: A análise prévia da faixa etária dos alunos, série e nível curricular foi de suma importância para a escolha do jogo adequado. Foi selecionado de acordo com o nível da turma. O professor ministrou as aulas prévias do conteúdo programático para que os alunos tivessem conhecimento necessário para as regras do jogo, que se baseia no que foi estudado, não se esquecendo de avisar a turma que nas aulas seguintes serão aplicados os jogos sobre aquele assunto. A escola em que os jogos foram aplicados foi a Escola de Ensino Fundamental e Médio Prof. Paulo Ayrton Araújo, localizado em Fortaleza. Antes da aplicação das atividades lúdicas, apresentou-se o material, esclareceu as regras, dividiu as equipes, bem como deixou claro que não seria apenas diversão, mas algo que poderá trazer benefícios para seu próprio aprendizado. A turma de 13 alunos do 1º ano participou dos jogos QUIMINÓ DOS SUBNÍVEIS (Figura 1) e JOGO DA TABELA PERIÓDICA. O 2º ano prestigiou o SEGREDO QUÍMICO e FABRICAMOL, estando presentes 20 alunos. O 3º, ano do FABRICAMOL e QUIMINÓ DOS SUBNÍVEIS, participaram das atividades 11 alunos. Logo após a execução dos trabalhos, um primeiro questionário foi elaborado e aplicado aos alunos para comprovar se as expectativas foram alcançadas. Os educando deram suas opiniões sobre o que acharam das atividades, dificuldades durante a pesquisa, se houve boa participação dos colegas, informações pessoais, a respeito da escola e dos professores, dentre outras. Um segundo questionário foi distribuído às duas professoras da área de ciências que a escola dispõe, contendo dados expondo seus julgamentos sobre os jogos. Os questionamentos baseiam-se, principalmente, nos objetivos expostos anteriormente. 



RESULTADOS E DISCUSSÃO: Iniciando com o questionário respondido pelos alunos: a) Dê sua opinião sobre a escola em que estuda a respeito de estrutura física, coordenação, organização e disciplina, incentivo ao esporte e a qualquer outro projeto extracurricular? Bom: 53,85%, Ruim: 30,77%, Não responderam: 15,38%. b) A respeito dos jogos aplicados na sua sala assinale um “X” para as sentenças verdadeiras: 30,77% - Sentiu alguma dificuldade para compreender as regas ou o desenrolar dos jogos. 38,46% - Despertou seu prazer pelo estudo da Química. 84,62% - A aula tornou-se mais produtiva e interessante. 53,85% - Durante as atividades você se tornou mais curioso (a), ativo (a), mobilizado (a) e desafiado (a). 61,54% - As regras dos jogos tinham ligação direta com os conceitos estudados. 23,08% - Contribuiu para que fixasse o assunto que você teria estudado anteriormente. 53,85% - Você percebeu que algumas habilidades foram desenvolvidas como: raciocínio rápido e lógico, resolução de problemas, abstração, trabalho e comunicação em grupo e busca de conhecimento. c) Você concordaria com a aplicação de jogos didáticos como metodologia capaz de facilitar o ensino de Química? Sim: 100%. De acordo com a unanimidade das pesquisas, o jogo é totalmente aceito pelos alunos e pode ser usado como metodologia imprescindível no enriquecimento das aulas de Química. Perguntado aos professores sobre a aplicação dos jogos em sala de aula com relação ao aprendizado dos conceitos de Química, assim eles responderam: “Muito interessante, educativo e estimulante. O aluno aprende brincando. Os jogos tornam a Química mais “fácil”.” “Os jogos, sendo um dos recursos didáticos, facilitam a aprendizagem dos alunos promovendo o interesse dos mesmos, já que este é mais uma ferramenta para sairmos do ensino tradicional.”




CONCLUSÕES: O sistema educacional vigente ainda apresenta muitas falhas quanto à formação de profissionais e cidadãos. Este trabalho faz uma visão geral a respeito de uma técnica metodológica revolucionária, que garante melhorias no ensino de Química para a Educação Básica. Dos objetivos propostos, quatro obtiveram êxito quanto à funcionalidade dos jogos. Os demais tiveram notas consideravelmente importantes para que seja concluído que esta é uma metodologia eficiente para proporcionar um melhor rendimento na construção de conhecimentos científico em sala de aula. 

AGRADECIMENTOS: 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICA: 


CHATEAU, Jean. O jogo e a criança. São Paulo: Sammus, 1984.
CUNHA, Arcelina Pacheco. LIBERATO. Maria da Conceição T. Cavalcanti e VERAS. Antonio Onias Mesquita. Aprenda Química Brincando. Vol. 1. Fortaleza: SEDUC, 2006. 
EUFRÁSIO JUNIOR, Reginaldo Rodrigues. O lúdico para a melhoria do aprendizado no ensino de química. Fortaleza-CE, 2009. Monografia (Licenciatura em Química). Universidade Estadual do Ceará.
ZANON, Dulcimeire Aparecida Volante. GUERREIRO. Manuel A. da Silva e OLIVEIRA. Robson Caldas de. Jogo didático Ludo Químico para o ensino de nomenclatura dos compostos orgânicos: projeto, produção, aplicação e avaliação. Disponível em: < http://www.cienciasecognicao.org> Acesso em: 29 out. 2009.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Jogos Químicos

Infection
Infection
Use a vacina para prevenir essa terrível infecção clicando sobre um espaço vazio para que a vacina faça efeito e crie bolhas anti-...
Chemistry Lab Escape
Chemistry Lab Escape
Algo deu errado e você ficou preso neste laboratório de química. Vasculhe o cenário para achar uma maneira de escapar deste lugar...
Molécula
Molécula
É craque em química? Gosta de misturas? Então pratique bastante neste jogo! O objetivo é levar os elementos até o tubo de ensaio...
Bumpercraft
Bumpercraft
Impeça a fábrica de químicos de poluir o rio, usando o seu hovercraft...




Hoje estou postando alguns jogos eletrônicos que est]ao voltados para temas químicos.


Divirtam-se

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

As teorias da aprendizagem e o ensino de ciências

Meus queridos, hoje no blog as teorias de aprendizagem e o ensino de ciências....


Jogos on-line químicos

Jogos eletrônicos encontrados no site: http://www.soq.com.br/jogos/



JOGOS ON-LINE
Divirta-se com os jogos on-line.


Nomes e Símbolos dos Elementos Químicos
Imagens e Nomes dos Elementos Químicos

domingo, 3 de novembro de 2013

Conteúdos para aulas de Química

ÍNDICE DOS CONTEÚDOS
Clique sobre o nome do assunto desejado para visualizar o seu conteúdo.
ÁGUA
     Água no Planeta Terra
     Estados Físicos
     Ciclo da Água
     Separação dos Componentes
     Principais Tipos
     Água como Solvente
     Densidade e Empuxo
     Pressão
     Água e Vida
     Tratamento da áÁua
     Doenças
PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE
     Preservando o Ambiente Aquático
     Preservando o Ar Atmosférico
     Preservando Ambientes
     Explorando o Ambiente
     Saneamento Básico
     Saúde Pública
CONSTITUIÇÃO DA MATÉRIA
     Átomo
     Íon
     Isótopos, Isóbaros e Isótonos
     Elementos Químicos e Símbolos
     Massa Atômica
     Tabela Periódica
LIGAÇÕES QUÍMICAS
     Estabilidade dos Gases Nobres
     Ligação Iônica
     Ligação Covalente
     Ligação Metálica
TEORIA DO OCTETO
     Polaridade das Ligações Químicas
     Polaridade das Moléculas
LIGAÇÕES INTERMOLECULARES
INTERAÇÕES INTERMOLECULARES
     Pontes de Hidrogênio
     Dipolo-Dipolo
     Forças de London
GEOMETRIA MOLECULAR
     Linear
     Angular
     Trigonal Planar
     Piramidal
     Tetraédrica
MISTURAS
     Substância e Mistura
     Sistemas e Fases
     Separação de Misturas
AR
     Atmosfera
     Composição do Ar
     Combustão
     Propriedades do Ar
     Previsão do Tempo
     Ar e Saúde
UNIDADE DE MEDIDAS
     Grandezas Físicas
     Sistema Internacional
MATÉRIA E ENERGIA
     Substância e Mistura
     Corpo e Objeto
     Fenômenos Químicos e Físicos
     Propriedades da Matéria
     Tipos de Energia
SUBSTÂNCIA QUÍMICA
     Classificação
     Estados Físicos
     Mudança de Fases e Gráficos
     Alotropia
REAÇÕES QUÍMICAS
     Equação Química
     Balanceamento
     Velocidade de Equação Química
     Tipos de Reações Químicas
     Lei de Lavoisier
     Lei de Proust
RADIOATIVIDADE
     Desintegração Radiativa
     Decaimento e Meia-vida
     Efeitos nos Organismos
INTRODUÇÃO AO ESTUDO
     O Que é Química
     Matéria e Substância
     Estados Físicos da Matéria
     Mudança de Fases e Gráficos
     Alotropia
     Separação de Misturas
MODELOS ATÔMICOS
     Dalton
     Thompson
     Rutherford
     Bohr
     Schrödinger
     Broglie
     Princípio da Incerteza
FUNÇÃO DA QUÍMICA INORGÂNICA
  Ácidos
     Utilidade
     Classificação
     Nomenclatura
  Bases
     Utilidade
     Classificação
     Nomenclatura
  Óxidos
     Utilidade
     Classificação
     Nomenclatura
  Sal
     Utilidade
     Nomenclatura
  
TABELA PERIÓDICA
     Como utilizar a Tabela Periódica?
     Propriedades Periódicas
     Propriedades Aperiódicas
     Densidade Absoluta
     Ponto de Fusão e Ebulição
     Potencial de Ionização
     Eletronegatividade
     Eletropositividade
     Tabela de eletronegatividade
     Eletroafinidade
     Afinidade Eletrônica
     Calor Específico
  
SOLUÇÕES
     Solução
     Colóides
     Coeficiente de Solubilidade
     Curvas de Solubilidade
     Tipos de Concentração
     Diluição
     Mistura de Soluções
  
PROPRIEDADES COLIGATIVAS
     Pressão de Vapor (Pv)
     Tonoscopia
     Ebulioscopia
     Crioscopia
     Osmometria
  
ELETROQUÍMICA
     Número de Oxidação(NOX)
     Pilhas de Daniell
     Eletrólise
  
INTRODUÇÃO À QUIMICA ORGÂNICA
     Átomo de Carbono
     Postulados de Kekulé
     Cadeias Carbônicas
     Hibridizações
  
REAÇÕES ORGÂNICAS
     Adição
     Substituição
     Oxidação
     Eliminação
  
MACROMOLÉCULAS
  
ESTEQUIOMETRIA
     Massa Atômica (u)
     Massa Molecular (MM)
     Mol
     Comum
     Fórmula
     Equação Química

  Cálculo
     Pureza
     Rendimento
     Reagente Limitante
     Em Excesso
  
TERMOQUÍMICA
     Unidade de Calor
     Reação Endotérmica
     Reação Exotérmica
     Entalpia
     Lei de Hess
  
CINÉTICA QUÍMICA
     Velocidade Média
     Teoria das Colisões
     Energia de Ativação(Eat)
     Fatores que Alteram a Velocidade
     Catalisador
     Lei da Velocidade
  
EQUILÍBRIO QUÍMICO
     Reação Reversível
     Lei de Guldberg e Waage
     Constante
     Deslocamento
     Produto Hidrogeniônico (pH)
     Constante da Água
     Efeito do Íon Comum
INDICADORES ÁCIDO-BASE E pH
     Teoria Modernas
  
PETRÓLEO
FUNÇÕES ORGÂNICAS
     Hidrocarbonetos
     Álcool
     Aldeído
     Cetona
     Ácido Carboxílico
     Éter
     Éster
     Amina
     Amida
     Haletos Orgânicos
  
ISOMERIA
  Plana
     Posição
     Cadeia
     Função
     Metameria
     Tautomeria
  Espacial 
     Geométrica
     Óptica
  

Os Grandes Pensadores

Hoje estou postando sobre os grandes pensadores Grandes pensadores que embasam nossas praticas educacionais.