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Itabuna, Bahia, Brazil
Licenciada em Química pela Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc- Bahia); Mestre em Ensino de Ciências pela Universidade de São Paulo (USP); Professora do ensino Fundamental e Médio há 12 anos. Trabalha com Jogos e atividades lúdicas no ensino de Ciências, especialmente a Química.

domingo, 5 de maio de 2013

Artigos sobre jogos no ensino de Química na Revista Química Nova na Escola



Olá meu povo, como vocês me pediram algumas referências sobre jogos no ensino de química que são de fácil acesso, lá vai.

Um bom educador químico deve ter acesso à revista Química Nova na Escola, que é uma revista da Sociedade Brasileira de Química, disponível on-line no site: http://qnesc.sbq.org.br/

Em se tratando de Jogos e Atividades Lúdicas para o Ensino de Química, alguns artigos, particularmente  merecem destaque, entre eles:



2013

A Inovação na Área de Educação Química

Nicole Glock Maceno
Orliney Maciel Guimarães
Pesquisa no Ensino de Química
Este trabalho discute o que é inovação na área de Educação Química a partir da análise de materiais textuais de três grupos: os interlocutores da Revista Química Nova na Escola, os de escolas e os de livros. A partir das contribuições de Moraes e Galiazzi (2007) sobre a Análise Textual Discursiva, foram construídos três metatextos para cada uma das categorias consideradas: Objetivos da Educação Química, Importância da Educação Química e Abordagens potencialmente inovadoras. Dentre as principais evidências, foi possível compreender que, para esses interlocutores, é inovação para a área de Educação Química ter como escopo a formação voltada para a cidadania, que os estudantes possam reconhecer a importância social dessa área e que os professores considerem os princípios da interdisciplinaridade e da contextualização - além dos temas que emergem do contexto em que estão inseridos - para a organização curricular e a proposição de situações de aprendizagem que sejam significativas e integradas às vivências desses sujeitos.
Educação Química, Inovação, Abordagens de ensino

Acessem o artigo completo no link:
http://qnesc.sbq.org.br/online/qnesc35_1/08-PE-91-11.pdf


2012

Os Jogos Educacionais de Cartas como Estratégia de Ensino em Química

Patrícia Barreto Mathias Focetola
Pedro Jaber Castro
Aline Camargo Jesus de Souza
Lucas da Silva Grion
Nadia Cristina da Silva Pedro
Rafael dos Santos Iack
Roberto Xavier de Almeida
Anderson Cosme de Oliveira
Claudia Vargas Torres de Barros
Enilce Vaitsman
Juliana Barreto Brandão
Antonio Carlos de Oliveira Guerra
Joaquim Fernando Mendes da Silva
Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência – PIBID
Este trabalho relata a experiência didática dos bolsistas do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) no ensino dos conceitos ligação química e funções inorgânicas, utilizando três diferentes jogos educacionais. As atividades didáticas foram realizadas com alunos do 1º e 2º anos do ensino médio de três escolas públicas do estado do Rio de Janeiro, sendo que três jogos de cartas foram utilizados para introduzir, reforçar ou exercitar os conceitos químicos ministrados. A contribuição pedagógica dos jogos foi analisada por meio de questionários de avaliações discentes e seus resultados demonstram a efi ciência destes como ferramentas didáticas no ensino de ciências, em geral, e de química, em particular.
jogos educacionais, ligação química, funções inorgânicas

Para maiores detalhes acessem: http://qnesc.sbq.org.br/online/qnesc34_4/11-PIBID-44-12.pdf



Jogos no Ensino de Química: Considerações Teóricas para sua Utilização em Sala de Aula

Marcia Borin da Cunha
Pesquisa em Ensino
No ensino de química, os jogos têm ganhado espaço nos últimos anos, mas é necessário que a utilização desse recurso seja pensada e planejada dentro de uma proposta pedagógica mais consistente. É indispensável que professores e pesquisadores em Educação Química reconheçam o real significado da educação lúdica para que possam aplicar os jogos adequadamente em suas pesquisas e nas aulas de química. É nesse contexto que este artigo pretende contribuir, trazendo alguns referenciais teóricos e aspectos pedagógicos que devem ser levados em consideração quando se pretendem desenvolver atividades com jogos didáticos nas aulas de química.
recurso, jogos, educação lúdica


Texto completo no link: http://qnesc.sbq.org.br/online/qnesc34_2/07-PE-53-11.pdf


2010

A História e a Arte Cênica como Recursos Pedagógicos para o Ensino de Química - Uma Questão Interdisciplinar

Marilde Beatriz Zorzi Sá, Eliane Maria Vicentin e Elisa de Carvalho
Espaço Aberto
contextos, recursos metodológicos, significados

O ensino de Química tem recebido orientações que não concebem mais aulas baseadas na transmissão/recepção de informações. Muito mais do que ter conhecimento, o estudante deve ser preparado para exercer sua condição de cidadão conhecedor da realidade social de seu país e que esteja disposto a melhorá-la. Para tal, são necessários, à compreensão conceitual, o entendimento das relações dos diversos campos do conhecimento e o desenvolvimento de competências e habilidades. Assim, a Química deve ser entendida como construção humana, influenciada por aspectos diversos, com estreita relação com suas aplicações tecnológicas e com questões ambientais e éticas. Estratégias bem estruturadas permitem ao aluno agir como protagonista na construção de seu próprio conhecimento, além de proporcionarem uma conscientização das implicações históricas no desenvolvimento científico.

Acessem: http://qnesc.sbq.org.br/online/qnesc32_1/03-EA-2409.pdf



2009

Vamos Jogar uma SueQuímica?

Ana Paula Bernardo dos Santos e Ricardo Cunha Michel
Espaço Aberto
força de ácidos orgânicos e inorgânicos; constante de ionização; jogo didático

O uso de jogos didáticos no Ensino Médio pode ser uma ferramenta bastante valiosa para tornar aulas de Ciências, como de Química, mais interessantes. O objetivo deste trabalho é unir as regras do tradicional jogo de sueca aos conceitos de força ácida de substâncias orgânicas e inorgânicas. Trata-se de uma boa oportunidade para abordar o assunto, introduzindo conceitos de constante de ionização com um pouco de diversão.


Texto completo em : http://qnesc.sbq.org.br/online/qnesc31_3/05-EA-0108.pdf



Palavras Cruzadas como Recurso Didático no Ensino de Teoria Atômica

Edemar Benedetti Filho, Antonio Rogério Fiorucci, Luzia Pires dos Santos Benedetti e Jéssica Alves Craveiro
RELATOS DE SALA DE AULA
atividades lúdicas, teoria atômica, jogos em química

Este artigo apresenta uma atividade lúdica desenvolvida em sala de aula e como atividade extraclasse, que consiste no uso de palavras cruzadas que permitem aos alunos revisarem e/ou exercitarem operacionalmente conceitos, definições e episódios históricos da teoria atômica. O uso das palavras cruzadas foi proposto como uma atividade em substituição à resolução de exercícios tradicionais de fixação. A proposta foi aplicada em turmas do Ensino Médio de uma escola pública de Dourados, região sul de Mato Grosso do Sul, e avaliada como satisfatória quanto aos aspectos de comportamento e de aprendizagem.


Texto completo em :http://qnesc.sbq.org.br/online/qnesc31_2/05-RSA-1908.pdf


Soletrando o Br-As-I-L com Símbolos Químicos

Antonio Joaquín Franco-Mariscal e María José Cano-Iglesias
RELATOS DE SALA DE AULA
inovação educativa, elementos químicos, símbolos químicos, o Brasil

Este trabalho apresenta as possibilidades didáticas na sala da aula de um material de ensino lúdico, dirigido aos estudantes de Química do Ensino Médio. Esse recurso didático permite a aprendizagem dos elementos químicos da tabela periódica, lembrando os estados do Brasil.

http://qnesc.sbq.org.br/online/qnesc31_1/06-RSA-5907.pdf


2007

Química Por Meio de Teatro

Nidia Franca Roque
RELATOS DE SALA DE AULA
teatro, Ensino de Química, História da Química

Este artigo relata uma experiência de ensino que visa utilizar o teatro como ferramenta para o Ensino de Química. Por meio de improvisações teatrais, exercitam-se a criatividade, as expressões oral e corporal dos estudantes e a compreensão de temas químicos. As atividades realizadas buscam desenvolver a interação entre os participantes e a articulação de idéias que serão expostas durante as improvisações. Durante as aulas, espera-se que o estudante, mediante o desempenho teatral, perceba o seu nível de compreensão sobre os temas químicos abordados e faça uma reflexão sobre estes. No caso narrado, o tema escolhido foi a História da Química no Século XVIII.


http://qnesc.sbq.org.br/online/qnesc25/rsa02.pdf

Uma Festa no Céu - Peça em Um Ato Focalizando o Desenvolvimento da Química a Partir do Século XVIII

Nidia Franca Roque

RELATOS DE SALA DE AULA
Química do século XVIII, modelo atômico de Dalton, Boyle, Bohr

A peça "Uma Festa no Céu" é uma adaptação livre da história da química no século XVIII. Escrita ao final do curso "Química Através do Teatro" (Roque, 2007), ela aborda a química dos gases desenvolvida por Black, Scheele, Priestley, Cavendish e Lavoisier, além das idéias iniciais do átomo propostas por Dalton. Bohr aparece em cena como um organizador das idéias químicas e Boyle, como um dos precursores da Química Pneumática, tem também o seu espaço em cena. Trata- se de uma peça escrita por uma química, para ser representada para aqueles que tenham interesse por essa Ciência. Recomenda-se que, após a peça, haja uma discussão sobre a visão de Ciência existente no século XVIII.



http://qnesc.sbq.org.br/online/qnesc25/rsa03.pdf


2006

O Ludo Como um Jogo para Discutir Conceitos em Termoquímica

Márlon Herbert Flora Barbosa Soares e Éder Tadeu Gomes Cavalheiro
Espaço Aberto
jogo didático, Termoquímica, atividade lúdica
Este artigo apresenta um jogo didático para introduzir conceitos de Termoquímica. Utiliza-se um tabuleiro de um jogo conhecido como Ludo. O objetivo desta proposta é mostrar que a utilização de atividades lúdicas pode ser uma alternativa viável em sala de aula, auxiliando a aprendizagem no que se refere à manipulação efetiva do conceito, além da melhora significativa do aspecto disciplinar em sala de aula.


http://qnesc.sbq.org.br/online/qnesc23/a07.pdf


2005

Titulando 2004: Um Software para o Ensino de Química

Marcelo Pinheiro de Souza, Fábio Merçon, Neide Santos, Cláudio Nobre Rapello e Antônio César Sgarbi Ayres
Educação em Química e Multimídia
ensino de Química, software educativo, computador na sala de aula
Nas últimas décadas, as tecnologias de informação e comunicação têm se mostrado fundamentais para o desenvolvimento pessoal e profissional do cidadão. Considerando-se que a informática é um recurso didático importante no processo de ensino-aprendizagem, desenvolveu-se o software Titulando 2004. Neste trabalho, apresenta-se este software e relatam-se os resultados de sua aplicação no ensino de Química.

http://qnesc.sbq.org.br/online/qnesc22/a07.pdf


Júri Químico: Uma Atividade Lúdica para Discutir Conceitos Químicos

Alessandro silva de Oliveira e Márlon Herbert Flora Barbosa Soares
Relatos de Sala de Aula
atividades lúdicas, conceitos químicos, júri simulado, simulação
Este artigo apresenta uma atividade lúdica para ser desenvolvida em sala de aula e consiste na elaboração de um júri simulado. A sala é dividida em três grupos distintos. O primeiro grupo defende uma engarrafadora de água, o segundo grupo, uma fábrica de baterias e o terceiro se porta como júri. Os alunos personificam as funções de advogados de defesa e acusação e de testemunhas diversas. O professor personifica o juiz da atividade e decide quem, afinal, contaminou a cidade fictícia de Nucleópolis. O trabalho também discute a função do lúdico como ferramenta de desenvolvimento cognitivo.
http://qnesc.sbq.org.br/online/qnesc21/v21a04.pdf



2003

Proposta de um Jogo Didático para Ensino do Conceito de Equilíbrio Químico

Márlon Herbert Flora Barbosa Soares, Fabiano Okumura e Éder Tadeu Gomes Cavalheiro
Espaço Aberto
equilíbrio químico, jogo didático, experimento alternativo
Este trabalho propõe um jogo didático que utiliza maiteriais de fácil aquisição, tais como bolas de isopor e caixas de papelão, para facilitar o entendimento do conceito de equilíbrio químico. Tal proposta se vale de um experimento executável em sala de aula com o objetivo de transportar, por analogia, os resultados obtidos no jogo para o conceito pretendido. O jogo pode ser desenvolvido em, no máximo, trinta minutos, podendo-se trabalhar com grupos de até cinco alunos. A aplicação de tais atividades em escolas do Ensino Médio tem sido bem sucedida tanto no aspecto conceitual como no disciplinar, conforme relatos de professores da rede pública do Estado de São Paulo.

http://qnesc.sbq.org.br/online/qnesc18/A03.PDF


2000

Carbópolis: um software para educação em química

Marcelo Eichler e José Claudio Del Pino
Educação em Química e Multimídia
software educativo, tema gerador, solução de problemas
O panorama tecnológico atual permite diversas leituras para utilização de computadores em processos de aprendizagem, sendo uma delas a utilização de softwares educativos. Neste artigo é relatado o contexto da produção do software educativo Carbópolis.
http://qnesc.sbq.org.br/online/qnesc11/v11a02.pdf


1997

Idéias em Movimento

Nelson Orlando Beltran
O Aluno em foco
simultaneidade e sincronia, modelos animados, concepções alt
Neste artigo, o autor nos traz uma reflexão sobre concepções alternativas de seus alunos, quando deles foi solicitada a elaboração de modelos para representar e compreender os movimentos das partículas atômicas.
http://qnesc.sbq.org.br/online/qnesc05/aluno.pdf

Aguardem que em breve estarei postando mais referências de outras fontes.


Beijos
Eliana